brinquedo quebrado

“Não escreverei mais poemas”, afirma a poeta que corteja a cobra encantada enroscada em seus tornozelos. Incoerente e adorável, Dairan Lima revela sonhos, segredos e ilusões ao publicar brinquedo quebrado. Em seu segundo livro, ela consolida um mantra, que nos oferece acesso a percepções líricas sobre o corpo, o tempo, o espaço, a memória do amor, a paixão como processo inflamatório. Prefácio de Alda Alexandre e biografia com ficção de Cássia Fernandes. Capa: Emilia Simon.

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